segunda-feira, 25 de abril de 2016

COMEMORAÇÃO DO 25 DE ABRIL

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A democracia é um dado adquirido, mas, por culpa própria, não temos sabido exercê-la corretamente no nosso dia a dia, devido à falta de intervenção esclarecida nas questões que afetam a vida dos cidadãos. Somos tentados a criticar o que está errado no nosso país, desde a corrupção, à situação económica, ao sistema de saúde, passando pelo sistema judicial e pela educação, etc., etc., mas nada fizemos ou fazemos para mudar o atual estado das coisas. E podemos fazer, se exercermos a cidadania no escrutinuo quotidiano da atividade política. A nossa passividade tem levado a que o poder político conluiado nas corporações de interesses tenham delapidado o país, quando devíamos ter penalizado exemplarmente com o nosso voto os maus servidores da pátria. Estes vão-se governando, delapidando as estruturas económica e social do nosso país com prejuizo na vida de milhões de portugueses, muitos dos quais, por não terem no seu país condições mínimas de vida com dignidade, foram obrigados a emigrar.

sábado, 23 de abril de 2016

BARRAGENS CANCELADAS E SUSPENSAS

A construção das barragens do Alvito, na Beira Baixa, da EDP, e Girabolhos, no Mondego, da Endesa foram canceladas. Foi também decidido pelo governo suspender por três anos a construção da barragem do Fridão, no Tâmega, da EDP, porque o dinheiro, na ação eleitoralista dos governantes, tem certamente outras prioridades.
Num país onde o investimento reprodutivo é essencial para o arranque e dinamização da economia e quando a construção de barragens são fundamentais para a diminuição da nossa crónica dependência energética, não se compreende esta atitude de lesa pátria.
Vive-se um momento em que o que interessa é aplicar o dinheiro em despesa que dê votos e as barragens não dão os ditos. As obras estratégicas que dão emprego, dão retorno financeiro e reduzem o nosso crónico défice da balança comercial, que esperem por melhores dias. Enfim, assim não iremos certamente a bom porto!

domingo, 3 de abril de 2016

ORÇAMENTO DO ESTADO DE 2016


O défice orçamental de Portugal em 2016 será superior aos 2,2% previsto pelo Governo e o crescimento económico será inferior aos 1,8% do PIB, o que, inevitavelmente, irá dificultar bastante a vida dos portugueses, sobretudo dos mais carenciados.